quarta-feira, 31 de julho de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 3- V


Olá
Depois de uma breve pausa, aqui está o último capitulo da terceira parte.
Espero que gostem.
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V

Durante os meses que se seguiram, Julie terminou a leitura dos pergaminhos de Namek. Também terminara as sessões de treino por achar que eram suficientes.

Entre pequenos percalços que a obrigaram a aterrar em planetas próximos para abastecer ou reparar avarias mais graves que requeriam que a nave aterrasse. Um dos planetas onde aterrou de emergência foi o planeta Yardrat onde conseguiu mais informações sobre o irmão uma vez que tinha lá passado logo a seguir á explosão do planeta Nemek. O povo deste planeta era mais misterioso que o de Namek e também um pouco mais reservado pelo que foi mais difícil para Julie conseguir informações. As desconfianças sobre ela foram constantes até lhes mostrar o medalhão de Manah. Só aí perceberam que estavam perante uma amiga e que era mesmo irmã de Songoku.

Passada a curta estadia no planeta, Julie retomou a sua viagem. O tempo passara depressa e agora faltavam apenas alguns dias para chegar ao seu destino. Aproveitou para dormir um pouco.

Acordou, passado um bocado, com o barulho do alarme da nave. Esta abanava com força por isso teve de se agarrar às paredes para chegar ao painel de controlo. Era um alerta de perigo, estava numa zona de asteróides do Sistema Solar da Via Láctea, muito próxima da Terra. Tinha de se desviar ou corria o risco de se despenhar. Rapidamente se sentou aos comandos para tentar atenuar a aterragem, mas era difícil pois havia asteróides por todo o lado. Alguns vinham contra a nave e causavam fissuras. No meio da turbulência, lembrou-se das palavras da Mestra e da mãe em sonhos: «Nunca te esqueças da tua missão, tem confiança e tudo correrá bem».

Com estes pensamentos, agarrou-se ainda com mais força aos comandos da nave. Olhou para o depósito de combustível. Estava no limite. Mais um pouco e despenhava-se.

Nesse momento, um asteróide maior veio contra a parte da frente da nve fazendo com que esta abanasse tanto que Julie bateu com a cabeça na parte de trás do acento e ficou inconsciente. Sem controlo, a nave passou a cintura de asteróides e entrou na atmosfera da terrestre.    
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Amanhã, começa a quarta parte da fic.
Bjs
Joana

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Breve Nota

Olá
Passei por cá só para dizer que o próximo capitulo será publicado em breve.
Bjs
Joana

quarta-feira, 24 de julho de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 3- IV


Olá,
Depois de um tempo de pausa, finalmente um novo capitulo.
Espero que gostem.
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IV

Uma viagem é sempre monótona. Ainda mais uma pelo espaço. O vazio torna-se quase insuportável. Mas Julie não se deixava abater. Estava ali por um motivo muito forte e era nisso que tinha de se concentrar.

Desde que deixara Namek que se dedicava a ler e a absorver toda a informação recolhida. Causara-lhe muito boa impressão saber que o irmão ajudara tanta gente, apesar de estar sempre a treinar para ultrapassar os seus limites e lutar contra adversários fortes e por vezes isso ser mais importante que a família e os amigos, Julie sentia que podia confiar nele e que, de alguma forma, a poderia ajudar na sua missão.

Imaginara o encontro de muitas maneiras. Primeiro, a surpresa depois a satisfação. Iria certamente fazer perguntas sobre como poderiam ter o mesmo pai e provavelmente sobre a missão, uma vez que, pelo que lhe disseram em Namek, Songoku é ingénuo no que toca a relações sociais. Terá de lhe mostrar o medalhão que a mãe lhe dera mas também a marca de nascença que tinha no braço e que era igual à doa irmão.

Pelo que a sua Mestra lhe dissera, todos os Saiyans têm uma marca de nascença que os distingue, Com certeza o Príncipe Vegeta também teria uma.

Sempre que lia aquelas páginas, as memórias de Manah vinham-lhe à mente. Todos os conselhos e dicas que Ikinah lhe dera ao longo dos anos que passara no Templo eram lembrados com ternura mas também como parte importante da sua jornada.

De repente, um aviso sonoro vindo do painel de controlo fê-la voltar à realidade. Levantou-se, pois estava sentada na sala de estar a ler e recordar e foi ver o que era. Havia uma pequena fissura num dos lados da nave. Era do esquerdo. Tinha de a reparar ou corria o risco de se despenhar antes de chegar ao seu destino e isso não podia acontecer.

Pressionou um botão próximo do sítio de onde vinha o som de alarme. Uma divisória abriu-se e surgiu um fato espacial e uma caixa de ferramentas. Vestiu o fato e pegou na caixa. Abriu uma portinhola que dava para o local do problema e saiu da nave. O fato tinha sapatos e luvas magnéticos pelo que foi fácil deslocar-se sem ser levada pelas correntes de ar. Também tinha respiração autónoma pelo que não precisava de se preocupar caso se afastasse demasiado. Aproximou-se devagar do sítio de fissura. Abriu a caixa de ferramentas e tirou o kit para a reparar. Não demorou muito visto que era uma fissura pequena. Voltou rapidamente para dentro da nave, fechando a porta atrás de si. Despiu o fato e voltou a arrumá-lo na divisória juntamente com a caixa de ferramentas. Depois de fechar tudo, voltou para a sala de estar da nave e recomeçou a sua leitura da informação recolhida em Namek.

Faltava ainda algum tempo para chegar ao seu destino, mas estava cada vez mais perto. Com estes pensamentos acabou por adormecer.    
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Breve Nota

Olá
Mais uma vez, a falta de inspiração conseguiu levar a melhor, por isso não têm havido novos capítulos da história.  Entretanto, continuo a partilhar os anteriores para que não percam nada.
Por agora é tudo.
Bjs
Joana

quinta-feira, 4 de julho de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 3- III

Olá
Deixo aqui mais um capitulo.
Espero que gostem.
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III

A despedida de Namek foi emocionada mas não tanto como a de Manah. Antes de descolar, Julie agradeceu toda a hospitalidade e carinho com que fora recebida. Com a promessa de uma visita futura, entrou na nave e partiu de imediato. A experiência em Namek fora muito enriquecedora. Uma nova aventura esperava-a.


Já passara quase uma semana desde que saíra de Namek. Como tinha a nave ainda com mantimentos, não ia parar tão depressa. Resolveu aproveitar o tempo para treinar um pouco e estudar as informações dadas pelos Namekians.

A nave não era muito grande, mas tinha espaço suficiente para os mantimentos e as poucas malas de Julie. Á frente, estavam os comandos e na parte de trás uma zona de estar com um pequeno sofá e alguns aparelhos para cozinhar. Também tinha uma cama. Fora Julie a construir a nave. Ao mesmo tempo que trabalhava no projecto do radar, também desenvolvera uma nave espacial que fosse compatível. Na altura, Ikinah achou exagerado. O Templo tinha naves de sobra não precisava de construir uma de raiz, podia adaptar uma das que tinham. Mas ela quis fazê-lo não só para desenvolver as suas aptidões mas também para mostrar que era capaz de construir algo útil futuramente. E não podia estar mais orgulhosa do seu trabalho. Tudo funcionava na perfeição. Sorriu ao lembrar-se do dia em que surpreendeu a Mestra quando lhe mostrou a nave já pronta.

Estava sentada no sofá a ler todas as informações recolhidas em Namek e que apontara num bloco de pergaminho que levara de Manah, quando o intercomunicador da nave começou a tocar. Levantou-se e carregou no botão ao lado do sofá. Um projector holográfico acendeu-se e a imagem de Ikinah apareceu. Julie ficou surpreendida mas depois sorriu e até deixou escapar algumas lágrimas que rapidamente limpou. Foi Ikinah que começou a conversa:

«Então, minha querida, como estás? A estadia em Namek correu bem?»

Voltou a sentar-se e puxou o projector para perto de si antes de responder:

- Estou bem, Mestra. A estadia em Namek também correu bem. Consegui informações incríveis sobre o meu irmão e sobre a Terra.-

Ikinah sorriu.

«Gosto de te ver animada. E diz-me que tipo de informações é que eles te deram? Fiz uma pesquisa mais avançada mas não encontrei nada de especial.»

Julie respondeu:

- Bom, eles contaram-me como foi a batalha contra o Frizer mas também como foi a sua breve estadia na Terra.- Fez uma pausa e continuou: - Contaram-me que o meu irmão tem muitos amigos. Alguns deles um pouco excêntricos, mas muito boas pessoas. Também me contaram que o planeta Terra é muito acolhedor.- Fez nova pausa e continuou: - Mas também me falaram dos cuidados que é preciso ter com os meus poderes. Poucas pessoas na Terra sabem que o meu irmão e a família têm poderes especiais, por isso tenho de ser discreta.-

Ikinah sorriu e Julie também. O seu olhar transmitia tranquilidade e isso deixou a Mestra mais calma. Perguntou antes de se despedir:

«Já sabes qual é o teu próximo destino?»

Julie pensou um pouco antes de responder:

- Não sei, o Universo é tão grande! Acho que irei ao sabor dos acontecimentos. Por agora, não preciso de aterrar em lado nenhum porque trouxe muita coisa de Namek. Quando precisar, logo decido.-

Ikinah pareceu convencida. Despediu-se:

«Adeus, minha querida e boa sorte na tua jornada Vou estar aqui a torcer por ti.»

Julie voltou a emocionar-se e despediu-se também:

- Obrigada, Mestra. Gostei muito de falar consigo. Até breve.-

Desligou a comunicação.

Depois da conversa, voltou á leitura. A sua jornada ainda estava longe de terminar e as aventuras estavam prestes a começar.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
 
 

quarta-feira, 3 de julho de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 3- II


Olá
A falta de inspiração atrasou um pouco a publicação do capitulo, mas felizmente consegui arranjar mais.
Por isso e desculpando o atraso, aqui fica mais um capitulo.
Espero que gostem.
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II

A vinda de Julie para o planeta Namek causou muito alvoroço pois os habitantes nunca tinham visto uma mulher de perto. Lembravam-se que no planeta anterior, tinha lá estado uma, mas poucos a conseguiram ver, por isso era novidade para eles. Nos primeiros tempos, encheram-na de perguntas. Algumas, respondia com paciência e cordialidade, outras eram demasiado íntimas e preferia não responder. Passado algum tempo, a sua presença já era habitual e o convívio tornou-se mais amistoso.

Durante o tempo que passou em Namek, Julie aprendeu a cuidar da terra, a alimentar-se das suas colheitas e a desenvolver os seus poderes telecinéticos. Porque dominava a Técnica dos Quatro Elementos foi mais fácil para ela. Era uma sensação diferente. Em Manah, havia hortas mas nunca tivera acesso a elas porque tinha de se concentrar nos estudos e nos treinos. Ikinah dissera-lhe algumas vezes que era importante aprender outras coisas, mas ela só queria saber de ler e de mecânica. Agora, conseguia compreender melhor a sua ligação à natureza e como ela era importante para aperfeiçoar a sua técnica. O contacto com a terra, sentir cada pedaço nos seus dedos era como se a ligasse ainda mais às suas origens.

«Os Saiyans têm uma ligação muito forte à natureza, gostam do ar livre. O teu irmaão treinava muito nas montanhas e nas florestas, mas também no deserto e perto do mar.» Dissera-lhe uma vez Ikinah. Com essa informação, Julie conseguiu saber que tipo de pessoa seria o irmão. Alguém corajoso mas também sensível. Isso agradava-lhe. Sorriu ao lembrar-se das palavras da sua Mestra mas também da imagem que vira no Lago Mágico. Devia ser alguém incrível mas também ingénuo segundo o que os Namekians lhe contaram.  

Também ouviu histórias sobre como o planeta tinha sobrevivido a vários ataques vindos do espaço e como o seu irmão os tinha ajudado. Apesar de ser o terceiro planeta que ocupavam, os Namekians conseguiram adaptar-se bem ao clima por terem um estilo de vida simples.

Graças a eles, Julie conseguiu obter mais informações sobre o seu irmão mas também sobre o planeta que o acolhera. Segundo as informações que a sua Mestra lhe dera, o planeta Terra era um sítio acolhedor e com muita vida. Os Namkians também lhe disseram isso e acrescentaram que apesar de um pouco excêntricos, os terrestres são afáveis e sabem cuidar bem dos amigos.


O tempo em Namek passou depressa e quando deu por isso, já só faltava uma semana para a sua partida. Durante esse tempo, Julie aproveitou para passear e apreciar as belas paisagens do planeta uma última vez. Numa dessas incursões, chegou a uma colina verdejante. Abriu os braços e inspirou o ar puro e fresco. Depois descalçou-se e dançou na relva macia. Apesar de ter uma missão e de carregar o fardo da família, não deixava de ser uma rapariga sensível e delicada que gostava de aproveitar os seus momentos de liberdade. Tantas vezes sonhara com o mundo fora do Templo e como seria bom explorar a imensidão do Universo e agora que esse momento finalmente chegara queria desfrutar ao máximo.

- Está a hora de voltar, Julie.- Uma voz veio interromper o seu momento e trazê-la de novo para a realidade. Era Toupelin, Calçou-se rapidamente e foi ter com ele. Dirigiram-se para o local da nave. Estava quase tudo pronto para a partida daí a dois dias.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana