quarta-feira, 21 de agosto de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 4- IV

Olá
Deixo mais um capitulo.
Espero que gostem.
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IV

-Como assim, 8 Bolas de Cristal!?- Bulma estava atónica. – Sempre ouvi falar de 7 desde que me lembro de as procurar! Até a maiores do Universo são 7! Explica-te!-

Julie respirou fundo antes de responder:

- Vou, então, explicar e mais uma vez peço que me ouçam até ao fim.- Retomou o discurso:

- No inicio dos tempos, quando o Universo foi criado, apareceram dois dragões Swalong que criou o Cristal Prateado e Zalama que criou as Bolas de Cristal.- Fez uma pausa e continuou: - Os dois dragões tinham um grande poder e não sabiam como controlá-lo. Por isso, transformaram-no em objectos. Swalong no Cristal Prateado e Zalama nas Bolas de Cristal. Para melhor controlar o seu poder, Zalama dividiu-o em oito esferas, sendo que as sete primeiras continham os seus poderes mais fracos e a oitava a sua alma que mantinha o equilíbrio entre as outras.- Fez nova pausa antes de continuar. Todos estavam atentos ao seu relato:

- Para que a Oitava Bola de Cristal não caísse nas mãos erradas, Zalama concedeu a sua protecção á Conselheira da Primeira Xamã da Lua entregando-lhe um pendente como o que trago. A partir desse momento, a missão de proteger as Bolas de Cristal foi passando de geração em geração até chegar a mim.-

Depois do relato, Bulma perguntou:

- Mas porque escolheu a Terra para esconder essa bola? E se existem mesmo 8 Bolas de Cristal porque é que nos outros planetas e Universos não?- Acrescentou: - E se não conseguimos localiza-la com o radar que temos, como o poderemos fazer?-

Julie respondeu calmamente a todas as perguntas:

- A Terra foi escolhida por ser um planeta longínquo onde ninguém a iria procurar. O dragão Zalama deu instruções a outros povos nomeadamente os de Namek para que criassem cópias das Bolas de Cristal mas apenas das 7 pois a 8ª seria demasiado para eles.- Fez uma pausa e continuou:

- Para se localizar a 8ª Bola de Cristal é preciso um radar especial chamado Radar Holográfico cujas peças só se encontram em Manah.-

Bulma ia entrevir, mas Julie adiantou-se:

- Antes de perguntares, não precisas de te preocupar com a construção do radar pois eu já adiantei essa parte.- Mostrou o dispositivo que tinha no pulso. – Isto é um Radar Holográfico portátil. Instalei outro na nave. Com ele, podemos localizar todas as Bolas de Cristal pois ele dá-nos a sua localização exacta.- Carregou no botão e o radar projectou um ecrã onde se viam diferentes paisagens e pontos de luz que correspondiam às Bolas de Cristal.

Bulma voltou a perguntar:

- Fiquei curiosa: quais são ao certo os poderes da 8ª Bola de Cristal?-

Julie hesitou novamente antes de responder. Era outra vez uma revelação difícil:

- Bom, com a 8ª Bola de Cristal os desejos são ilimitados. Podemos chamar o Dragão sempre que quisermos. Além, disso, as outras bolas não se voltam a espalhar nem é preciso esperar um ano até que se possa pedir um novo desejo.- Acrescentou: - Mas há riscos e é aqui que entra a outra parte da missão da minha família.-

Respirou fundo antes de falar:

- Neste pendente, está escrita uma fórmula de evocação do Dragão que só eu posso usar, uma vez que o poder da 8ª Bola de Cristal é maior que os outros e só alguém pertencente à linhagem dos Guardiões do Dragão, como ficaram conhecidos todos os membros da minha família a quem foi passado o pendente, o pode controlar.-

Voltou a acrescentar:

- Acontece que também neste pendente, existe uma outra fórmula para controlar as bolas, mas esta é mais arriscada e só pode ser usada em caso de extrema necessidade.- Olhou para todos os presentes com um ar apreensivo mas confiante. Fez a revelação final:

- Esta fórmula é de selamento. Ou seja, permite-me selar o poder das Bolas de Cristal par sempre, mas também as memórias de todos os que as usaram e parte das minhas também. Por isso não podemos deixar que mais ninguém lhes deite as mãos ou nunca mais as poderemos usar.-

Mais uma vez, todos ficaram em choque.   
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 E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
 

sábado, 17 de agosto de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 4- III


Olá
Depois de alguma demora, aqui fica mais um capitulo.
Espero que gostem.
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III

Julie tentou despertar Kika do choque:

- Kika...- Chamou.- Por favor, reage! Eu não queria causar nenhum constrangimento, só preciso de ajuda e depois vou-me embora se não me quiserem mais aqui.- Acrescentou.

Kika olhou-a com um ar indiferente. Como se ainda não tivesse recuperado, mas depois pestanejou ligeiramente como que a voltar à realidade. Sorriu de uma forma pouco entusiasmada. Julie sentiu-se a corar.

A querer desviar o assunto, Kika olhou para a bandeja e disse:

- É melhor comeres qualquer coisa antes que arrefeça.- Levantou-se e antes de sair, acrescentou: - Quanto ao outro assunto, vou chamar toda a gente. É uma espécie de tradição do nosso grupo pôr toda a gente a par das situações que nos envolvem.-

Julie ainda disse:

- Muito bem, vou arranjar-me e depois desço para vos contar tudo.-

Kika ficou impressionada não só com a educação a falar mas também com as suas maneiras. Julie era muito diferente da maioria dos seus amigos, mas especialmente do marido. «Seriam mesmo irmãos?» Pensou. Sorriu afastando esse pensamento. «Ela não fazia uma viagem de tão longe se não fosse verdade.»

Assim que se viu sozinha, Julie saiu da cama. Depois, foi até à casa de banho onde lavou a cara e as mãos. De volta ao quarto, despiu a camisa de noite e vestiu as roupas que trouxera. Estavam lavadas e prontas a usar. Sentou-se e comeu a comida trazida por Kika. Estava boa. «Que sorte que o meu irmão tem! Esta mulher cozinha muito bem.» Pensou. Não pôde deixar de sorrir. Depois de comer, pegou na bandeja e preparou-se para descer as escadas.

No andar de baixo, já ouviam as vozes de Songoku e dos outros. Desceu devagar para não entornar a bandeja. Quando lá chegou, Kika precipitou-se a ajudá-la, mas Julie fez questão de ser ela a lavar tudo o que deixou todos surpreendidos especialmente Kika que não estava habituada a ter uma ajudante.

Sentaram-se na mesa de madeira no centro da sala que não era muito grande. Tinha uma televisão plana num dos cantos, alguns sofás e um pequeno tapete. Naquele momento, apenas Kika, Songoku e Songoten estavam presentes. O filho mais novo do irmão, seu sobrinho, era parecido com o pai, com o mesmo corte de cabelo e cor dos olhos. Vestia uma t-shirt amarela com mangas verdes e uns calções azuis. Estava descalço por estar em casa. Tinha 16 anos segundo o que conseguira apurar. O resto do grupo não tardou a chegar. O seu sobrinho mais velho, Songohan, veio primeiro acompanhado da mulher, Videl, e da filha Pan de 10 anos. Todos tinham cabelo preto e olhos da mesma cor. Julie pôde ver como Songohan era também parecido com o pai, embora alguns traços a fizessem lembrar de Kika. Tinha vestido um pólo azul e umas calças pretas. Usava sapatos castanhos. Videl usava um vestido vermelho e sapatos pretos. Pan usava umas calças de ganga e um top laranja. Seguiram-se a família de Vegeta e de Bulma. O filho mais velho, Trunks, que era um ano mais velho que Goten, tinha o cabelo azul como a mãe, olhos da mesma cor. Vestia uma t-shirt azul e uns calções também azuis mas mais claros, calçava sapatos castanhos. A filha mais nova, Bulla, que era mais nova que Pan dois anos, tinha o cabelo comprido roxo, olhos azuis com os da mãe, vestia um vestido branco às bolas vermelhas e sapatos brancos.

Logo atrás, apareceu um homem alto de pele verde, que Julie reconheceu como um habitante de Namek, vestia um fato azul-escuro e sapatos castanhos. Por cima, uma capa branca com uns chumaços para os ombros e um turbante na cabeça. Era Satan.

- Então, que há de tão urgente, Kika?- Perguntou Bulma de repente.- Estava a meio das reparações da nave quando me ligaste!-

Kika respondeu:

- Calma, Bulma, Não sou eu que tenho algo a dizer, mas a Julie.-

Desviou-se e deixou Julie passar para a cabeceira da mesa. Sentaram-se. Julie também se sentou ainda meio nervosa por ter tantos olhares concentrados nela. Sorriu ligeiramente depois olhou para Kika como que a pedir autorização para falar. Kika fez-lhe sinal positivo e ela começou a falar:

- Não é fácil dizer-vos aquilo que estão prestes a ouvir, mas garanto que é tudo verdade e podem confiar em mim, caso contrário não teria vindo de tão longe.-

Passada a introdução, começou a contar a sua história. Todos escutaram com atenção, especialmente Songoku e Vegeta. Depois, mostrou-lhes a marca que prova que era mesmo irmã de Songoku, já que todos os Saiyans têm uma que os distingue. Mostrou, também, o medalhão que a mãe lhe dera que prova que a sua missão era séria.

- E é tudo acerca das minhas origens.- Concluiu.

Bulma interveio logo directa ao assunto como era seu hábito:

- E qual é tua missão ao certo e como te podemos ajudar?-

Julie hesitou antes de responder. Mais uma vez, a escolher as palavras pois a revelação que estava prestes a fazer também não era fácil. Acabou por dizer:

- Preciso de encontrar as Bolas de Cristal que estão espalhadas pelo Planeta sem elas, o equilíbrio do Universo pode estar em causa.-

Bulma pareceu confusa bem como o resto do grupo. Perguntou:

- Mas como é que as 7 Bolas de Cristal podem manter o equilíbrio do Universo?-

Julie respondeu com uma revelação:

- 7 Não. Temos de encontrar as 8 ou o Universo estará condenado.-

E, mais uma vez, todos ficaram surpreendidos.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
  

 

 

terça-feira, 13 de agosto de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 4- II

Olá
Aqui fica mais um capitulo.
Espero que gostem.
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II

Julie abriu os olhos devagar. Olhou em volta. O quarto onde estava não era muito grande, mas era acolhedor. Tinha um armário de roupa a um canto, uma secretária de madeira com um aspecto gasto, mas muito limpo. Em frente, uma cadeira também de madeira. Em frente á secretária, uma janela que dava para a floresta e por onde entrava a luz do sol. Do lado oposto, uma estante com livros sobre os mais variados temas, alguns já tinha ouvido falar outros não. A cama, onde estava deitada, era de tamanho médio e estava encostada a uma parede. Era de madeira e tinha a cabeceira esculpida com formas geométricas. Pelo aspecto do quarto e pela organização, deduziu que era de rapaz e que devia estudar muito. Mas também que já lá não devia morar, uma vez que parecia que limpo e pouco usado.

Devia ser de um dos filhos do irmão. Lembrava-se que em Namek lhe tinha, dito que tinha um filho, mas provavelmente já seira adulto e teria a sua família. Mais tarde, soubera que tinha outro. Aquela devia ser a casa do irmão. Sorriu pois tinha vindo parar, por acaso, ao sítio certo.

Nesse momento, a porta do quarto abriu-se e uma mulher de cabelo preto apanhado num toutiço, vestido com um vestido azul e amarelo com mangas compridas, entrou trazendo uma bandeja com alguma comida e bebida. Pousou-a na secretária e aproximou-se da cama. Julie corou ligeiramente quando a mulher a olhou e sorriu.

- Vejo que já acordaste.- Começou por dizer. Sentou-se na borda da cama. – Isso é bom, quer dizer que estás totalmente recuperada.- Acrescentou: - Trouxe-te qualquer coisa para comer. Tens de te alimentar.- A sua maneira de falar lembrou-lhe a sua Mestra. Sentou-se muito timidamente na cama. Tinha vestida uma camisa de dormir. Olhou para o lado e viu as suas roupas dobradas numa cadeira. Depois, olhou para a mulher na sua frente. Era bonita, mas tinha um ar cansado. Devia trabalhar muito. Apesar disso, não deixava de ser meigo como o de uma mãe.

- Obrigada.- Agradeceu timidamente. A mulher sorriu. Julie acrescentou:

- Quanto tempo estive a dormir?- A mulher pensou um pouco, antes de responder:

- 3 Dias, mas não te preocupes é normal depois do que passaste.-

Julie surpreendeu-se. Como era possível ter dormido tanto? A mulher acrescentou:

- Sou a Kikia, já agora. E tu, como te chamas?-

Julie sorriu e respondeu:

- Sou a Julie. Muito prazer.-

Kika ficou impressionada com a sua educação. Julie voltou a perguntar:

- Aqui é a casa do Songoku, certo? Precisava muito de falar com ele se fosse possível.-

Kika sorriu novamente e respondeu:

- Sim, sou a mulher dele. Ele não está em casa, mas não deve tardar a chegar. O que lhe queres dizer, não podes falar comigo?-

Julie hesitou um pouco antes de responder:

- Sabe, é que… é um pouco complicado…Não sei como hei-de de dizer.-

Kika interrompeu-a:

- Primeiro, podes começar por não ser tão formal. Aqui ninguém gosta dessas coisas. Depois, podes confiar em mim se for algo importante de certeza que podemos ajudar.-

Julie lembrou-se das palavras da sua Mestra antes de partir: «Podes confiar na família e nos amigos do Songoku, eles podem ajudar-te.» Hesitou um pouco antes de falar, queria escolher as palavras mais adequadas afinal não era todos os dias que se fazia uma revelação daquelas. Acabou por dizer:

- Para resumir, eu sou irmã do Sogoku por parte do pai e tenho uma missão muito importante e que só ele me pode ajudar.-

Kika ficou em choque com aquela revelação. As sua vidas estavam prestes a sofrer uma grande reviravolta.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
 

 

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 4- I

Olá
Depois de um pequeno bloqueio, aqui fica o primeiro capitulo desta parte!
Espero que gostem
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I

A nuvem de poeira provocada pela aterragem forçada da nave dissipou-se.

A assistência ficou confusa com toda aquela situação e começou logo a dispersar. «Como sempre, o torneio fica interrompido. Esta gente é sempre a mesma coisa.» Comentaram algumas pessoas.

Kika e Bulma, as mulheres de Songoku e Vegeta que estavam na assistência, correram para o local onde caíra a nave a fim de averiguarem o que se passara. Kika tinha o cabelo preto e olhos da mesma cor. Vestia um vestido amarelo e azul e usava o cabelo apanhado num toutiço no alto da cabeça. Calçava sapatos azuis. Bulma tinha os olhos verdes e cabelo azul curto. Usava calças de ganga, botas castanhas, uma t-shirt branca e um laço vermelho ao pescoço.

Desceram as escadas que davam acesso à arena. No local, já estavam os outros amigos: Krilin, um homem baixo e careca de olhos pretos, vestido com um uniforme parecido com o de Songoku, a sua mulher Lazuli, loira de olhos azuis de cabelo curto, vestida com calças de ganga e t-shirt roxa; Yamcha de cabelo preto curto e olhos da mesma cor, cheio de cicatrizes na cara, vestia um uniforme semelhante ao de Krilin.

Songoku e Vegeta já tinham saído da arena e ainda estavam confusos com o que se passara. Quando as mulheres lá chegaram, correram logo na direcção deles a fim de verificarem que não estavam feridos.

Depois de verificarem que estavam todos bem, olharam para a rapariga desmaiada que entretanto Songoku já tinha tirado do centro da arena, com a ajuda de Vegeta, e colocado na borda.

Foi Bulma que quebrou aquele silêncio constrangedor:

- Devíamos levá-la para o hospital. Ela precisa de cuidados.-

Vegeta ripostou:

- É melhor não. Os médicos daqui não vão conseguir ajudá-la, temos de ser nós. O melhor é levá-la para nossa casa.-

Bulma concordou com ele. Na sua casa, teriam melhores condições para tratar dela visto ter vindo de fora da Terra. Então, pediu a Vegeta:

- Leva-a para casa e chama o Trunks para me ajudar a transportar a nave. Precisa de reparações e eu sou a única que percebe do assunto.-

Vegeta assentiu e preparava-se para pegar na rapariga quando uma voz o interrompeu:

- Pára!-

Todos olharam na direcção da voz. Era Kika.

- A rapariga vai para nossa casa. Eu cuido dela.- Disse com convicção. Songoku olhou pra a mulher. Nunca a tinha visto tão determinada e segura de si. Parecia outra. Bulma, então, disse:

- Ok, Kika. Se é assim que queres fica à tua responsabilidade, mas eu levo a nave.-

Kika concordou. Bulma fez sinal a Vegeta que logo se aproximou da nave destruída e a levantou. Depois levantou voo em direcção a casa seguido por Bulma que entretanto entrara no seu avião. Os outros também dispersaram, ficando apenas Songoku, Kika e a rapariga misteriosa. Kika deu indicações ao marido para que a levasse:

- Tem cuidado. Quando chegarmos, deita-a e vai buscar Feijões Mágicos.- Ele assentiu. Depois, voaram dali.

Songoku e a família moravam numa casa na zona rural do país. Era redonda e tinha dois pisos. No rés-do-chão, uma sala e uma cozinha e no 1º andar, 3 quartos e uma casa de banho. O primeiro quarto era do casal, depois estava o antigo quarto de Songohan o filho mais velho que casara e já tinha uma filha; o terceiro quarto era o de Songoten o filho mais novo que ainda morava com eles.

Foi no de Songohan que deitaram a rapariga. Depois, Songoku usou a Teleportação Instantânea para ir buscar os Feijões Mágicos à Torre de Karin. Assim que reapareceu com um saco, Kika deu logo um à rapariga que o engoliu e se sentiu logo melhor. Abriu repentinamente os olhos, sorriu e adormeceu.

Songoku, então, saiu de casa para treinar um pouco na floresta como era seu hábito. Kika, por sua vez, ficou a olhar um pouco para a rapariga adormecida. Já tinha ouvido falar dela, mas não se lembrava quando tinha sido. Olhou para o pendente que tinha ao pescoço. Aquele símbolo era-lhe familiar, mas também não conseguia lembrar-se onde o tinha visto. Antes, de sair, olhou- a mais uma vez. Sorriu, fechou a porta e desceu para o andar de baixo.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 4- Prólogo


Olá
Hoje, começa a quarta parte da fic.
Aqui fica o prólogo.
Espero que gostem.
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Parte 4

Na Terra

Meu Querido Irmão

Prólogo

O público estava ao rubro. Ia começar mais uma final do Campeonato de Artes Marciais. O estádio estava cheio. Todos queriam ver o combate do ano. Os eternos rivais iam finalmente defrontar-se para decidir de uma vez por todas quem era o mais forte.

De um lado, um homem de estatura baixa de cabelo preto espetado e olhos da mesma cor. Tinha vestido um fato inteiro azul de alças, luvas e botas brancas. Era Vegeta. Do outro lado, estava o seu adversário. Um homem um pouco mais alto vestido de vermelho e azul com o cabelo também espetado mas com várias pontas e olhos da mesma cor. Era Songoku.

-Minhas senhoras e meus senhores.- Começou o árbitro. – Eis que chegamos á final deste torneio tão emocionante e temos os dois mais fortes frente a frente.-

Os dois aproximaram-se já em cima da arena que tinha sido especialmente desenhada para aquele combate. Os adversários posicionaram-se á espera do sinal do árbitro. O sorriso de desafio e de satisfação nos seus rostos dizia tudo. Estavam ansiosos por testar os seus poderes um contra o outro num combate a sério. Há muito tempo que esperavam por este momento. O árbitro deu o sinal e o combate estava prestes a começar, mas no momento em que se iam lançar um ao outro, uma nave caiu no meio dos dois.

A porta abriu-se e uma rapariga escorregou para fora. Era parecida e estava vestido com o mesmo estilo de Songoku que rapidamente se chegou para trás, obrigando Vegeta a fazer o mesmo. A rapariga, que estava fraca e ferida, olhou para Songoku , sorriu e murmurou «meu irmão» antes de desmaiar no meio da arena. 
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana