quinta-feira, 31 de outubro de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 5- Torneio do Dragão- Prólogo


Olá
Hoje, trago-vos o prólogo da 2ª Saga.
Espero que gostem.
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2ª Saga- O Torneio do Dragão

Prólogo

Passou uma semana desde a aparição da Equipa Omega. Depois de virem da estância termal, Julie levou Songoku e Vegeta para um treino especial na Sala Especial do Palácio do Dende, enquanto os restantes reuniam elementos para a equipa que iria disputar o torneio.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 5- Equipa Omega- III

Olá
Hoje trago o último capitulo desta primeira saga.
Espero que gostem.
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III

- Eles descobriram um dos nossos aparelhos, chefe.- Disse Jacob meio nervoso pelo intercomunicador. Do outro lado, ouviu-se uma risada.

- Não faz mal, meu caro Jacob. Em breve, estarei aí para lhes revelar o nosso plano.- Desligou a comunicação.


Depois de mostrar o aparelho a Bulma, as duas voltaram a reunir-se com o resto do grupo. Julie pedira para não contar nada pelo menos por enquanto. Não queria alarmar ninguém. Quando regressassem à estância, decidiria o que fazer. Despediram-se de Tenshin e agradeceram a ajuda.

Quando chegaram á estância termal, Julie foi para o seu quarto e levou o saco com as Bolas de Cristal. Fechou a porta, prometendo que estaria com todos à hora do jantar. Depois de guardar as bolas num local seguro, ligou o comunicador holográfico. Precisava de falar com a sua Mestra antes de tomar uma decisão. O rosto de Ikinah apareceu projectado e sorriu. Julie retribuiu. Ikinah quebrou o silêncio e fez um ar sério:

- Já sei que encontraste todas as Bolas de Cristal e que alguém vos anda a perseguir. Também sei das tuas suspeitas e confirmam-se. Falaram mesmo com a Lua Negra.-

Julie não estava surpreendida. Essa hipótese era a mais óbvia. Hesitou um pouco antes de falar.

- Mestra, preciso de um plano para os parar, mas não sei por onde começar. Embora eles saibam das bolas, será impossível controlar o seu poder a menos que algum deles também seja um Guardião o que duvido.-

Ikinah pensou um pouco e disse:

- Há uma maneira de serem controladas por outros.-

Julie perguntou:

- E qual é?-

Ikinah respondeu:

- Se forem ganhas num torneio podem ser controladas, mas ficam limitadas a apenas um desejo por um curto espaço de tempo.-

Julie voltou a perguntar:

- E como seria esse torneio?-

Ikinah pensou um pouco novamente e respondeu:

- Será por etapas. Começa com uma equipa grande de lutadores. Cada etapa realiza-se num sítio diferente. A parte final realiza-se no estádio principal e há apenas algumas alterações em relação às regras.- Fez uma pausa e continuou: - Nas primeiras etapas, as regras aplicadas são as de qualquer torneio de artes marciais, mas na última parte, a regra de matar o adversário volta a ser aplicada, com a excepção de que um só pode matar o outro se este ainda estiver consciente e dentro dos limites da arena, caso contrário será desqualificado.-

Depois da explicação, Julie pareceu esclarecida e agradeceu a ajuda da Mestra. Desligou a chamada e juntou-se ao grupo para jantar. Foi uma refeição animada com o Songoku e o Vegeta a competirem para ver quem comia mais.

De repente, ouviu-se um barulho vindo do exterior. Uma grande nave preta aterrou no jardim da estância termal. De lá saíram três pessoas vestidas de preto, dois homens e uma mulher. Um dos homens era alto e corpulento. Tinha olhos escuros e cabelo castanho. O outro era mais franzino, tinha o cabelo preto e olhos da mesma cor. A mulher tinha também o cabelo preto, comprido e os olhos verdes.

Quando Trunks a viu, pensou ter reencontrado uma velha conhecida, mas ela revelou não e apresentou-se como May. O homem corpulento apresentou-se como General Omega e o franzino como Jacob.

- Fazemos parte da equipa de elite do Exército da Legião Vermelha, somos a Equipa Omega e estamos aqui para levar as Bolas de Cristal. Se oferecerem resistência não hesitaremos em disparar.-

Julie avançou com um ar determinado.

- Muito bem, se querem as Bolas de Cristal terão de nos vencer num torneio de artes marciais que se realizará dentro de 10 meses. Até lá, deixa-nos em paz.-

O General pareceu concordar com os termos e regressou á nave com os outros que partiu de imediato.

A partir daquele momento, ia começar o maior e mais perigoso torneio de sempre.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem,
Bjs
Joana
   

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 5- Equipa Omega- II

Olá
Fica mais um capitulo.
Este marca a viragem da história.
Espero que gostem.
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II

Songoku olhou-a com um misto de curiosidade e surpresa. Lembrava-se dos seus encontros anteriores com quem mais tarde ficara amigo e sentia-se pouco à vontade.

Julie comentou ainda meio atrapalhada como se lhe tivesse lido os pensamentos:

- Eu sei que não estás habituado e conhecer alguém de forma convencional, mas eu garanto que também não é mau.-

Songoku ficou atrapalhado novamente. Disse:

- Pois, normalmente não começam assim. Só depois de um certo tempo é que me habituo.-

Julie voltou a sorrir antes de dizer:

- Não há problema. Eu também não sou muito boa nestas coisas.- Acrescentou: - Nisso, acho que somos parecidos.-

Riram-se. O riso do irmão era genuíno e contagiante. As gargalhadas acordaram o resto da família que veio ver o que se passava. Kika não pôde deixar de sorrir ao perceber que se estavam a começar a entender.

Entretanto, os outros também começavam a acordar. Depois de se vestirem e tomarem o pequeno-almoço, Julie reuniu toda a gente para lhes comunicar como iriam procurar as bolas que faltavam.

O radar apontava para uma região ali perto por isso iam procurar lá. Songoku reconheceu o sítio pois o seu amigo Tenshin tinha lá um dojo e podia ajudá-los. Julie ficou entusiasmada por conhecer mais um amigo do irmão. Finda a reunião, puseram-se a caminho.

O dojo ficava numa montanha. À volta dele, havia uma pequena aldeia. Aquele lugar fez lembrar a Julie o Templo de Manah, mas em vez de Sacerdotisas e de pertencer a uma Ordem Sagrada, era um local de treino de artes marciais com homens carecas vestidos com vestes peculiares. Pareciam quase monges. Tenshin era o dono do dojo, um homem alto careca com três olhos pretos na cara. Tinha um ar austero mas rapidamente se revelou uma pessoa simpática e afável que se prontificou logo a ajudar na busca pelas Bolas de Cristal. Era bom saber que o seu irmão tinha tantos e tão bons amigos.

Depois de lhe mostrar a localização no radar, Tenshin guiou o grupo até uma zona de montanhas com alguma neblina densa. Não foi difícil encontrar as últimas Bolas de Cristal. Tenshin conhecia a montanha e o radar de Julie era muito eficiente. Depois de as encontrarem, voltaram para o dojo e Julie chamou Bulma á parte.

- Gostava que visse uma coisa.- Começou.- Não o mostrei antes porque achei que não era a altura certa.- Do bolso, tirou um pequeno dispositivo, que entregou a Bulma.

- Estava no parapeito da janela do quarto onde estive hospedada em casa do Songoku.- Bulma levantou o objecto e, depois de o analisar, disse:

- Isto é um aparelho de espionagem, sem dúvida. Tem uma microcâmara e um microfone para captar som e imagem.-

Rodou-o um pouco e arregalou os olhos de espanto. Julie perguntou:

- O que foi, Bulma? Viste algo importante?-

Bulma olhou-a com um ar preocupado e disse:

- Este aparelho pertence ao Exército da Legião Vermelha, mas é impossível ainda existir porque o Songoku os derrotou há muito tempo e os que restaram também foram derrotados ou tornaram-se nossos amigos.-

Julie fez um ar surpreendido.

- Então, deve haver um grupo secreto que se juntou e veio atrás de nós para se vingar.-

Bulma acrescentou:

- Só pode ser isso. Mas ainda assim, não conseguem derrotar-nos. O Songoku está muito mais forte que naquela altura. Já para não falar que agora tem mais aliados.-

Julie interrompeu-a:

- Não deve ser assim tão simples. Eles devem ter reunido um grupo também.- Acrescentou: - E, tal como vocês, também não devem ter ficado parados.- Concluiu:

- Ou seja, devem estar á espera do momento certo para nos atacar ou então têm outros planos como as Bolas de Cristal, mas é impossível controlar o seu poder actual se não forem Guardiões do Dragão.-

Julie estava pensativa. De repente, arregalou os olhos:

- Bulma! É isso! Eles estão atrás das Bolas de Cristal e, não sei como, já sabiam que eram 8 antes de eu vos contar! Devem ter contactado alguém do sítio de onde vim!-

Bulma arregalou os olhos em choque. Se as soposições de Julie forem verdadeiras, estavam em grande perigo.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
 

 

 

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 5- Equipa Omega - I

Olá
Já lá vai algum tempo, eu sei. Nem sempre a inspiração quis colaborar, mas hoje finalmente posso postar o primeiro capitulo desta parte.
Espero que gostem.
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I

Passaram-se alguns dias desde a partida. Estavam hospedados num hotel com termas naturais de modo a não darem muito nas vistas e também para Julie ficar a conhecer outros locais.

- Isto é muito agradável.- Comentou depois de tomar um banho nas termas de água tépida. – Nunca pensei que houvesse um sítio tão aprazível num planeta tão remoto.- Acrescentou, sorrindo.

Estava sentada no alpendre do lado de fora do quarto e vestia um quimono às flores. Conversava com Kika. Songoku dormitava e Songoten lia uma revista dentro do quarto.  – Desde que começámos esta aventura ainda não consegui ter uma conversa com o meu irmão. Parece que ele me evita. Sempre que me tento aproximar, inventa uma desculpa e vai treinar com o filho ou sozinho.- Queixou-se Julie.

Kika olhou-a e sorriu. Julie ficou surpreendida. Perguntou-lhe:

- Ele é sempre assim com toda a gente?-

Kika respondeu:

- Normalmente, não. Gosta de ser sempre o primeiro a conhecer alguém, mesmo que depois se revele um inimigo. Mas, geralmente, a maneira de ele conhecer os outros é diferente. Passa sempre por uma luta para medir a força do adversário.- Acrescentou: - No caso de não serem lutadores, os encontros costumam ser mais desastrosos. Primeiro, aventuram-se e depois vão conversando.-

Julie fez um ar surpreendido. Depois, sorriu e disse:

- Pois… o nosso primeiro encontro não foi propriamente como tinha imaginado.-

Kika sorriu.

- Não te preocupes, vais ter tempo de o conhecer melhor.-

Julie pareceu compreender. Tudo aquilo era novo para ela. Durante 10 anos tinha estado fechada num Templo apenas a treinar e a estudar, não fazia ideia de como seria o mundo lá fora. Até vir para ali, tudo o que sabia tinha lido nos livros da Biblioteca de Manah ou visto de relance no Lago Mágico.

Kika interrompeu-lhe os pensamentos dizendo antes de entrar no quarto:

- Não sejas tão exigente contigo própria. Vais ver que ele vai querer falar contigo.-

Julie sorriu. Ainda ficou sentada no alpendre mais um pouco até começar a soprar uma brisa que fez entrar no quarto e fechar a porta. Olhou para o saco das Bolas de Cristal. Já só faltavam duas. Foi impressionante o que tinham conseguido em tão pouco tempo. O seu radar era mesmo eficiente. Deitou-se e adormeceu de imediato.


-Chefe, já encontraram 6 bolas. Mais duas e já podemos pôr o plano em prática.- Informou Jacob pelo comunicador.

Do outro lado, ouviu-se uma gargalhada.

- Óptimo! Continuem o bom trabalho.- Desligou.

- Este plano está cada vez mais esquisito.- Comentou May.

Jacob fez um trejeito. Não podiam opinar, apenas obedecer. Continuavam na carrinha camuflada perto da estância termal.

Desde que partiram, já os tinham seguido por uma série de sítios onde as Bolas de Cristal tinham sido encontradas. Naquele momento, encontravam-se à espera que a parte final da busca se desse para poderem aparecer. Já não faltavam muito.


Na manhã seguinte, Julie acordou com os raios de sol a baterem na janela de madeira e papel do quarto. Sentou-se na cama, ainda meio sonolenta. Olhou em volta e percebeu que o resto da família ainda dormia no quarto ao lado.

Levantou-se e abriu a janela. O dia estava quente mas, de vez em quando soprava uma brisa fresca. Foi até ao alpendre para respirar o ar matinal.

De repente, sentiu a janela do quarto ao lado a abrir-se. Songoku surgiu ainda em roupa de dormir. Quando a viu, sorriu. Ela retribuiu.

- Bom dia.- Disse ele.

Julie retribuiu o cumprimento timidamente:

- Bom dia.-

Depois aproximou-se hesitante. Meio atrapalhada, perguntou:

- Então… costumas ser o primeiro a levantar?-

Songoku também pareceu atrapalhado. Era a primeira vez que tinha uma conversa normal com alguém. Respondeu:

- S-Sim. Gosto do ar fresco da manhã.-

Julie sorriu. Finalmente conseguira aproximar-se do irmão como tinha imaginado.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
 

 

terça-feira, 8 de outubro de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 5- Equipa Omega- Prólogo

Olá
Hoje, trago-vos o prólogo da quinta e última parte da história.
Antes de publicar, gostava de esclarecer algumas coisas em relação a esta parte.
Vai ser dividida em duas 'sagas': a primeira, chamada 'A Equipa Omega' que vai dar a conhecer um novo inimigo aos nossos heróis e a segunda, chamada 'O Torneio do Dragão', em que os nossos heróis vão ter de lutar pelas Bolas de Cristal.
E agora, sem mais demoras, aqui fica o prólogo da quinta parte.
Espero que gostem.
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Parte 5

A 8ª Bola de Cristal

Guardiões do Dragão

Primeira Saga- Equipa Omega

Prólogo

Na manhã seguinte, os grupos partiram ao mesmo tempo. Julie ligou o seu radar portátil para se poderem orientar. Assim, seria mais fácil encontrarem as primeiras bolas de cristal que estavam numa região remota do planeta.

Entretanto, os espiões misteriosos que os perseguem também se dirigem para os mesmos locais a fim de confirmarem que as Bolas de Cristal são encontradas.

Uma nova aventura está prestes a começar.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
 

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

A Guerreira Perdida- Parte 4- VIII

Olá
Já lá vai algum tempo, mas finalmente consegui acabar mais um capitulo.
E com este termina também mais uma parte da história.
Espero que gostem.
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VIII

Durante os meses que se seguiram, Bulma e Julie terminaram as reparações da nave.

-Obrigada, Bulma.- Agradeceu Julie.- Graças a ti, consegui que a nave ficasse arranjada em tempo recorde.-

Estavam na varanda da casa de Bulma depois de terem terminado o trabalho. Bulma sorriu:

- Eu é que agradeço se não fossem as tuas instruções nunca teria conseguido.-

Julie acrescentou:

- Foi graças às duas. Fazemos um excelente trabalho de equipa.-

Riram-se divertidas.  

De repente, Bulma lembrou-se de algo e perguntou:

- E agora, como vamos procurar as Bolas de Cristal?-

Julie respondeu depois de inspirar o ar fresco:

- Dividimo-nos em dois grupos. Um vai na nave e outro num dos teus veículos.-

Bulma voltou a perguntar:

- Com que radar? Que eu saiba só nos mostraste um!-

Julie respondeu:

- Não te preocupes, existe um igual na nave.- Acrescentou: - e já está calibrado com o portátil porque o fizemos durante as reparações.-

Bulma respirou de alívio:

- Então, por onde começamos? O mundo é muito vasto, existem muitos sítios por onde procurar!-

Julie respondeu calmamente:

- Como mostrei em casa do Songoku, o radar que desenvolvi é muito mais preciso que o que costumas usar. Diz-nos exactamente onde procurar.- Acrescentou: - Reúne toda a gente no quintal. Vou introduzir as coordenadas no radar da nave e formar os grupos de busca.-

Bulma pareceu esclarecida e foi chamar o resto do grupo.


Entretanto, Jacob e Mai reportavam a situação ao chefe. O homem de preto sorriu assustadoramente.

- Perfeito! Em breve, terei as Bolas de Cristal nas minhas mãos e poderei realizar o meu grande desejo.-

Olhou para os seus dois subordinados e concluiu:

- Continuem com o bom trabalho e não se esqueçam de os seguir para todo o lado. Quero comprovar a eficácia do Radar Holográfico.-

Os dois fizeram continência e retiraram-se.


O grupo reuniu-se mais uma vez no quintal da Bulma tal como Julie pedira. As coordenadas já tinham sido introduzidas na nave. Depois, Julie anunciou a constituição dos grupos:

- Para ficarem mais equilibradas em termos de força e inteligência, decidi dividir-nos em dois grupos de 7 pessoas cada, sendo que o meu fica com mais uma visto sermos 15 contando comigo.- Fez uma pausa e continuou:

- Assim, a família do Songoku, eu e o Satan vamos na nave da Bulma e o resto vai na minha nave.- Concluiu:

- Vamos ficar algum tempo em cada paragem não só porque as quero conhecer mas também porque dá menos nas vistas. Alguma dúvida?-

Todos pareceram esclarecidos. Julie deu a reunião por terminada:

- Muito bem, então. Partimos amanhã de manhã bem cedo. Encontramo-nos aqui. Até amanhã.-

Dispersaram todos. Julie ia ter com o irmão e a família para ir para casa, mas Bulma chamou-a á parte. Pediu-lhes que esperassem um pouco.

- O que foi, Bulma? Tens alguma dúvida?-

Bulma murmurou:

- É que não sei pilotar a tua nave, não seria melhor trocar?-

Julie respondeu:

- Eu preciso de experimentar coisas novas. A minha Mestra sempre me disse que se não experimentasse a tecnologia da Terra jamais conseguiria adaptar-me- Tirou um pequen caderno do bolso e deu-o a Bulma. – Isto é tudo os que precisas de saber para pilotar a nave. Traduzi tudo para ti.-

Bulma ficou espantada. Agradeceu o presente e Julie pôde ir ter com a família para irem para casa.

Quando chegaram, jantaram e Julie retirou-se logo para o quarto. Precisava de preparar a viagem do dia seguinte.

A partir daquele momento, uma grande aventura ia começar.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Na próxima já começa a última parte da história.
Bjs
Joana