quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Nota Breve

Olá
Mais uma vez não trago nenhum texto, mas amanhã vou trazer! Por isso, não fiquem tristes.
E é tudo por agora.
Bjs
Joana

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Nota Breve 2

Olá
Hoje, mais uma vez, não preparei nada. Não por falta de inspiração, mas porque achei que devia publicar um texto dia sim, dia não. Para não estar sempre a ter de arranjar ideia á força.
Por isso, hoje é assim.
Amanhã quem sabe.
Qualquer dia, aparece um capitulo da fic.
Bjs
Joana

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Nota Breve 3

Olá
Hoje, mais uma vez, não consegui traze-vos nada de novo.
Eu sei...eu sei, mas que hei-de fazer? A inspiração não aparece quando quero!
Por isso, por esta semana é tudo.
Espero que para a próxima já consiga publicar algo diferente.
Bom fim-de-semana.
Bjs
Joana

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Nota Breve 4

Olá
Hoje, mais uma vez, não vos trago nenhum outro texto que não seja outra nota de falta de inspiração.
Sabem, por vezes, torna-se difícil arranjar ideias para escrever todos os dias.
Assim sendo, podia dizer que ia passar a publicar duas vezes por semana ou quando voltasse a ter inspiração, mas decidi que publico todos os dias, nem que seja só para dizer que tenho ideias mas ainda são muito vagas pelo que vão ter de esperar mais um pouco.
Acontece-me muito ultimamente: tenho imensas ideias a fervilhar na minha cabeça, mas ainda as estou a organizar de modo a poder levá-las até vocês de uma forma mais organizada e clara.
Por isso, espero mais uma vez que percebam.
Prometo que, quando estiver tudo pronto, publico.
Bjs
Joana

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Nota Breve 4

Olá
Hoje, escrevo apenas para dizer que amanhã trarei outro texto. Isto de inventar textos para publicar aqui todos os dias tem muito que se lhe diga! Não posso, simplesmente, obrigar a minha mente a pensar nalgo para escrever no papel e depois pasar para aqui. A inspiração e a criatividade são dois processos lentos que precisam de tempo para que saia alguma coisa de jeito.
Por isso, meus amigos, têm de esperar! A paciência é uma virutde!
Espero que não desesperem.
Bjs
Joana

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Nota Breve 5

Olá
Hoje não vos trago nenhum texto em especial, apenas mais uma nota de falta de inspiração. Tenho um texto curioso começado para vos mostrar, mas, mais uma vez por falta de inspiração, ainda não está terminado. Assim que estiver, publico-o.
Entretanto, deliciem-se com os que já têm.
Bjs
Joana

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Um «Sailor» Natal

Olá
Hoje, para terminar a semana em beleza e porque recordar é viver, deixo-vos com um texto que recorda uma época sempre especial: o Natal.
Este texto é uma espécie de continuação da minha fic sobre Sailor Moon que publiquei há uns tempos. É outro 'One Shot'.
Espero que gostem.
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Um «Sailor» Natal

As luzes tremelicavam na árvore. A bebé de cabelo rosa parecia entusiasmada com tanta agitação. Era o seu primeiro Natal por isso era natural que sentisse curiosidade por tudo o que via. Agitava as pequenas mãos do seu berço como que querendo agarrar as luzes e sorria.

A mãe, uma mulher de estatura média, loura com dois ondangos de cada lado da cabeça, vestida com roupas de festa e por cima um avental, acertava os últimos pormenores do jantar, enquanto o pai, um homem alto de cabelo preto, vestido com igualmente com roupas elegantes, confirmava a vinda de todos os convidados pelo telefone. Não queriam que ninguém faltasse.

Apesar de não se ajeitar bem na cozinha, Bunny hoje esmerara-se. O cheiro adocicado das fatias douradas e das filhoses, misturava-se com o salgado e levemente apimentado do peru a acabar de assar no forno. São uma verdadeira tentação para os sentidos.

Na sala, a árvore grande e verde está enfeitada com grinaldas e bolas coloridas que brilham á luz crepitante da lareira que enche a divisão com o perfume da madeira nova escolhida de propósito para aquela ocasião. Não fora á toa que Gonçalo passara a manhã na loja de artigos de Natal a escolher a melhor. Em cima da árvore, uma lua brilha imponente.

A mesa, essa, tem os lugares bem distinguidos com pratos, talheres e uma toalha com motivos da época. Fora bordada por Fernanda e dada de presente a Bunny quando esta anunciara o seu casamento. Aprendera a coser só para conseguir dar um presente decente á sua filha quando ela se casasse, pelo que era sempre especial quando a punha na mesa. Ao centro, estavam já algumas travessas com carnes frias para ir consolando o estômago enquanto o resto da comida não vinha.

A campainha não tardou a tocar e os convidados começaram a entrar no apartamento da pequena família. Trazem embrulhos com fitas e papeis coloridos que chamam logo a atenção da pequena, quando estes são colocados debaixo da árvore. A acompanhar, vêm caras felizes que arregalam os olhos quando se deparam com a pequena Chibiusa. «Estás tão crescida!» Dizem uns «Está cada vez mais parecida com a mãe!» acrescentam outros.

Todos elogiam os dotes colunários da dona da casa. Especialmente a rapariga de cabelo preto comprido vestida com um bonito vestido vermelho, Rita, que costuma sempre meter-se com Bunny, hoje está espantada. «Sim, senhor.» Diz enquanto põe uma garfada de peru na boca. «Isto está delicioso!» Bunny sorri e agradece o elogio.

Depois do jantar, segue-se o brinde e a troca de presentes. Todos estão contentes com o que receberam: um livro, um filme, meias e brinquedos.

No fim da festa, é chegada a hora das despedidas e dos agradecimentos. Depois de todos terem saído e de terem ido deitar a filha, o casal prepara-se para dormir, quando reparam que, na ombreia da porta do seu quarto, está um azevinho. Coram pois sabem o que significa. Gonçalo inclina-se sobre Bunny e beija-a suavemente.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bom fim-de-semana.
Bjs
Joana
 

 

 

 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Ser Poeta

Olá
Hoje, resolvi deixar a prosa de lado e presentear-vos com um poema da minha autoria.
É a minha definição de ser poeta, espero que gostem.
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Ser Poeta

Ser Poeta é ter imaginação

É ter sensibilidade

É ter amor á profissão

Ser Poeta é ser superior

É ter sinceridade

É sentir a cor das palavras

É ter dignidade

De ser alguém

É não ter agressividade

Naquilo que se escreve

E saber escrever

Aquilo que se pensa

É saber ver

O mundo de forma diferente

É sonhar e desabafar

Para o papel aquilo que se sente

Num mundo diferente

Num mundo de ninguém
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Bjs
Joana
 

 

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Uma pinga por gota- Um brinde ao absurdo

Olá
Hoje, deixo-vos com uma fanfction de um só capitulo, o chamado 'One Shot', de Sailor Moon.
Espero que gostem.
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Uma pinga por gota- Um brinde ao absurdo

Chove. Um vulto aproxima-se subindo a rua mal iluminada. Dá passadas largas e ritmadas com os pingos da chuva grossa.

Ao aproximar-se de uma candeeiro com luz fraca e trémula, vê-se tratar-se de um rapaz alto, vestido com uma gabardina castanho-escura, com a gola para cima de modo a proteger o pescoço e a cara da chuva. O cabelo preto recebia os pingos que se acumulavam nas pontas. 

Nesse momento, só pensava em chegar rapidamente a casa. Embora, não se importasse com a chuva, apetecia-lhe estar num sítio quente e acolhedor como o seu apartamento que gostava de chamar «apartamento para um». Mais alguns passos e estaria na sua rua.

Resolveu tirar as chaves do bolso da gabardina. No momento em que as sentia na mão, passou por ele, em passo acelerado, uma rapariga com longos cabelos louros esvoaçantes apanhados de cada lado por dois ondangos no alto da cabeça que caíam em duas madeixas. Estava vestida com uma gabardina amarela e um par de galochas da mesma cor. Tinha, ainda, um guarda-chuva vermelho. Roçou-lhe ao de leve no ombro. Justamente o ombro do braço que terminava na mão que segurava as chaves! Estas caíram-lhe novamente para o fundo do bolso. A rapariga continuou o seu caminho desaparecendo na sombra.

«Devia ser uma dessas raparigas do liceu que perdera a noção do tempo no salão de jogos ou noutro sítio e agora voltava a correr para casa.» Pensou. Instantes depois interrogou-se sobre aquele pensamento. Porque raio pensara aquilo? Não tinha nada a ver com a vida daquela rapariga.

Sem se aperceber, recuperara as chaves e estava á porta de casa. Será que o embalo do encontrão que levara o fizera andar mais depressa? Tirou as chaves do bolso, procurou a da porta principal do prédio e enfiou-a na fechadura que abriu com um clique. Depois, como era seu hábito, foi ver o correio. Contas. Da luz, água, telefone e gás. Como era possível que um rapaz que vivia sozinho gastasse tanto em casa? Afastou o pensamento absurdo da sua mente e chamou e elevador que não tardou a chegar com leve rangido. Carregou no botão do 3º andar.

Quando chegou, e depois de fechar a porta castanha, entrar no apartamento solitário e sombrio, tirou a gabardina molhada e pendurou-a num cabide para secar. Descalçou-se e foi para a casa de banho tomar um banho quente. Vestiu o pijama. Com a toalha na cabeça, acendeu a luz do pequeno candeeiro da sala e serviu-se de um whisky. Duas pedras de gelo. Nunca fora de beber, mas depois do dia stressante no trabalho, sabia-lhe bem relaxar. Comera qualquer coisa no bar da empresa, por isso considerou-se jantado.

Sentou-se na poltrona de braços. O copo pousado na mesa em frente. Gonçalo pegou nele, levantou-o na direcção da janela pingada da chuva que continuava a cair e, num brinde ao absurdo, murmurou: «Uma pinga por gota.»     
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Bjs
Joana

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Uma Tarde Diferente

Olá
Hoje resolvi voltar um pouco ás origens e apresentar-vos um dos meus primeiros textos. É curto e simples, mas acho que vão gostar.
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Uma Tarde Diferente

Era Domingo. Estava uma tarde muito chuvosa e Ana não tinha nada de muito divertido para fazer, apenas se entretia com alguns desenhos. «Quem me dera poder ir lá para fora» Pensou. «Assim não tem piada nenhuma».

A mãe, que estava na cozinha a preparar o jantar, veio até á porta para ver o que se passava. Foi á sala e perguntou:

- Porque não vais ao sótão? Lá tens muito com que te entreter.-

Ana olhou para a mãe e respondeu:

-Mas lá é tão escuro e sombrio!- Acrescentou com um ar triste: - Além disso, tenho medo de ir lá sozinha!-

Então, a mãe respondeu:

- Mas quem é que te disse que ias sozinha?-

Ao que Ana respondeu:

- Isso quer dizer que vens comigo?-

E a mãe respondeu:

- Claro que vou! Vou só buscar as lanternas e a chave.-

Pouco depois voltava com duas lanternas e uma pequena chave de latão ferrugenta. Assim que se viram com lanterna, precipitaram-se para a porta de saída de casa e, seguidamente, subiram as escadas que davam ao sótão.

Ao cimo das escadas, deparam-se com uma porta de madeira baixa, com uma pequena maçaneta, também de madeira, mas mais escura e, mesmo por baixo, estava uma fechadura na qual a mãe de Ana enfiou a chave e, com um suave ‘clic’, a porta abriu-se deixando ver á luz das lanternas, uma pequena divisão cheia de caixas de cartão e coisas antigas.

Avançaram mais para dentro e viram ao fundo, encostado a uma parede, um grande baú castanho com várias caixas em cima. Ana aproximou-se do baú, afastando as caixas a abriu-o. Lá dentro, estavam vestidos, jóias, chapéus, sapatos e algo que despertou a atenção da menina. Tratava-se de uma espécie de medalhão de ouro com uma rosa vermelha pintada. Sem hesitar, Ana perguntou á mãe que entretanto se aproximara:

- A quem pertenceu este medalhão?-

A mãe respondeu:

- Pertenceu á tua avó, bem como o resto que está no baú. Se quiseres, podemos levá-lo para baixo para o mostrarmos á avó para ela nos contar o que fazia com o que está aí dentro.-

Mas Ana estava tão entretida a remexer no baú que nem ouviu a mãe. Depois de tanto remexer, encontrou, por fim, algo que também achou muito curioso. Tratava-se de um caderno cheio de pó, de capa castanha com letras amarelas bordadas. Ana soprou-o, abriu-o e viu que se tratava de um caderno de desenhos, semelhantes aos seus, feitos pela avó quando tinha a sua idade e que, ao longo do tempo, se foram guardando num caderno e, posteriormente, naquele baú. Entusiasmada, Ana resolveu levar o caderno consigo para o mostrar aos amigos e dizer-lhes que, tal como ela, a avó também gostava de desenhar. Mais tarde, depois de a chuva ter passado, a mãe perguntou:

- Então, gostaste de ter ido ao sótão durante a tarde? – E Ana respondeu, mostrando o caderno e o medalhão:

- Gostei muito.-

No dia seguinte, na escola, Ana mostrou o caderno aos amigos que logo se admiraram:

-Ena, Ana! A tua avó tinha jeito para desenhar! Se calhar, foi dela que herdaste o jeito.- E Ana sorrindo, respondeu:

- Se calhar, até foi.-

E entraram na sala de aula.        
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E pronto.
Espero que gostem.
Bjs
Joana

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Nota Breve 5

Olá
Sei que esperavam a continuação da história, mas receio que a inspiração não seja muita. Neste momento, ando com outras histórias que me têm dado muito que fazer e esta acaba por ficar um pouco para trás.
Por isso, resolvi fazer algo diferente. Talvez recupere textos escritos há algum tempo ou escreva pequenos contos enquanto espero que a dita inspiração surja. Um escritor é assim. Umas vezes escreve muita coisa, outras vezes não escreve nada.
Seja como for, passei por aqui só para deixar esta nota.
Vemo-nos por aí.
Bjs
Joana