Olá
Desta vez, resolvi partilhar algo diferente. Algo que nunca tinha feito, pelo menos para aqui. Uma análise a um filme.
Espero que gostem.
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Dragon
Ball Super: Super Herói
Uma
Espécie de Análise
No
passado Sábado, dia 3, fui ao cinema. Fui ver um filme sobre super heróis,
vingança e superação. Mas também uma viagem á infância, um revisitar de bons
momentos passados em frente ao pequeno ecrã a acompanhar com entusiasmo as
aventuras de um menino muito peculiar que partiu em buscar das bolas «de puro
cristal» e que conseguiu, com a sua «força brutal», derrotar vários vilões
entre eles um exército inteiro cheio de máquinas e tecnologia de ponta. Esse
menino com cauda de macaco, chamado Songoku,
e com a tal «força brutal», foi o grande herói que venceu o mal.
A
partir daqui, começa a minha espécie de análise, digo que é uma ‘espécie’
porque não sou crítica de cinema nem nada que se pareça, sou apenas uma fã a
dar a sua opinião sobre um filme que viu no cinema numa tarde de Sábado com uma
amiga.
A História
O
filme começa com um projecto de vingança orquestrado pelo renascido Exército da
Legião Vermelha que, no filme, é chamado de Fita Vermelha, numa tradução mais
literal, uma vez que o original é Red Ribbon,
sendo que Ribbon significa laço ou
fita, liderado pelo comandante Magenta,
filho do General Red. Nesta altura, a
Legião Vermelha actua sob o nome de Farmacêutica Vermelha para disfarçar as
suas verdadeiras intensões, concretizadas com a ajuda de um aliado de peso. O
neto do Dr Gero, o anterior cientista
que trabalhava para a Legião Vermelha, o Dr Hedo
que, financiado por Magenta, constrói
dois andróides ainda mais fortes que os do seu avô, os Gamas 1 e 2.
Convencidos
que Goku e companhia são uma ameaça, Magenta ordena a um dos Gamas que ataque os amigos deste,
começando por Satã, que agora virou
mentou da neta do Guerreiro do Espaço, Pan. Após uma luta feroz, Satã consegue escapar de uma morte certa
e segue o seu oponente até á base secreta do Exército. Lá descobre um terrível
plano para dominar o mundo. Para além dos Gamas,
o Dr Hedo construiu, ainda que contra
a sua vontade, um outro andróide, o Cell
Max ainda adormecido. Uma vez acabado será uma arma letal.
Então,
Satã corre para avisar Goku e Vegeta, mas estes não estão disponíveis para ajudar pois
encontram-se a treinar juntamente com Broly,
num planeta distante.
De
volta á base, Magenta decide que a
melhor forma de atrair os seus inimigos é raptando Pan. Satã, disfarçado,
decide aproveitar essa oportunidade para fazer regressar Gohan, o pai da menina, às lutas e aos treinos para defender a
Terra. Então, o confronto dá-se no meio de chuva intensa e efeitos especiais a
que já nos habituámos neste ‘franchisining’.
Quando tudo parece resolvido, eis que surge Cell
Max que começa a destruir tudo por onde passa e cabe mais uma vez a Gohan salvar o dia tal como o fizera no
passado.
Conclusão e
possível futuro
Apesar
de ter uma narrativa simples, o filme torna-se uma experiência visual agradável
não só para quem já é fã mas para quem está a começar a apreciar a série. A
animação, embora experimental, consegue cativar o espectador especialmente na
parte final. Aquando do seu anúncio, fiquei um pouco reticente, tal como muitos
fãs, por causa do tipo de animação usada, mas no final não desiludiu.
Outro
aspecto que também não me desiludiu foi a dobragem portuguesa. Quando vi o
trailer pela primeira vez, confesso que tive algum receio que o produto final
fosse ‘infantilizar’ a série, mas acabou por ser o contrário. O facto de terem
optado por colocar as habituais ‘pérolas’ no sítio certo e em transições
funcionou muito bem, pois a dinâmica da história não foi quebrada, ou seja, não
houve um uso exagerado de ‘pérolas’ que pusessem em causa o curso da narrativa.
Isto demonstra que não só a dobragem portuguesa está bem e recomenda-se como
trouxe uma ‘lufada de ar fresco’ sem perder a sua essência
vinda dos anos 90.
Concluo
aconselhando a que vão ao cinema de preferência em família, ver a versão que
preferirem, embora eu aconselhe a portuguesa, porque não se vão arrepender.
Por
fim, com este filme, abrem-se portas para o futuro da série que com certeza
trará novos desafios para os ‘nossos’ heróis. Ao dar ênfase a outros
personagens que não os principais, demonstra que Dragon Ball é uma série
dinâmica e flexível com espaço para todos e para fazer mais e melhor.
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E pronto. Mais uma vez, espero que gostem.
Não percem os próximos textos, porque eu também não!
Bjs
Joana
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