segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Dragon Ball Super: Super Herói Uma Espécie de Análise

 Olá 

Desta vez, resolvi partilhar algo diferente. Algo que nunca tinha feito, pelo menos para aqui. Uma análise a um filme. 

Espero que gostem. 

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Dragon Ball Super: Super Herói

Uma Espécie de Análise

No passado Sábado, dia 3, fui ao cinema. Fui ver um filme sobre super heróis, vingança e superação. Mas também uma viagem á infância, um revisitar de bons momentos passados em frente ao pequeno ecrã a acompanhar com entusiasmo as aventuras de um menino muito peculiar que partiu em buscar das bolas «de puro cristal» e que conseguiu, com a sua «força brutal», derrotar vários vilões entre eles um exército inteiro cheio de máquinas e tecnologia de ponta. Esse menino com cauda de macaco, chamado Songoku, e com a tal «força brutal», foi o grande herói que venceu o mal.

A partir daqui, começa a minha espécie de análise, digo que é uma ‘espécie’ porque não sou crítica de cinema nem nada que se pareça, sou apenas uma fã a dar a sua opinião sobre um filme que viu no cinema numa tarde de Sábado com uma amiga.

A História

O filme começa com um projecto de vingança orquestrado pelo renascido Exército da Legião Vermelha que, no filme, é chamado de Fita Vermelha, numa tradução mais literal, uma vez que o original é Red Ribbon, sendo que Ribbon significa laço ou fita, liderado pelo comandante Magenta, filho do General Red. Nesta altura, a Legião Vermelha actua sob o nome de Farmacêutica Vermelha para disfarçar as suas verdadeiras intensões, concretizadas com a ajuda de um aliado de peso. O neto do Dr Gero, o anterior cientista que trabalhava para a Legião Vermelha, o Dr Hedo que, financiado por Magenta, constrói dois andróides ainda mais fortes que os do seu avô, os Gamas 1 e 2.

Convencidos que Goku e companhia são uma ameaça, Magenta ordena a um dos Gamas que ataque os amigos deste, começando por Satã, que agora virou mentou da neta do Guerreiro do Espaço, Pan. Após uma luta feroz, Satã consegue escapar de uma morte certa e segue o seu oponente até á base secreta do Exército. Lá descobre um terrível plano para dominar o mundo. Para além dos Gamas, o Dr Hedo construiu, ainda que contra a sua vontade, um outro andróide, o Cell Max ainda adormecido. Uma vez acabado será uma arma letal.

Então, Satã corre para avisar Goku e Vegeta, mas estes não estão disponíveis para ajudar pois encontram-se a treinar juntamente com Broly, num planeta distante.

De volta á base, Magenta decide que a melhor forma de atrair os seus inimigos é raptando Pan. Satã, disfarçado, decide aproveitar essa oportunidade para fazer regressar Gohan, o pai da menina, às lutas e aos treinos para defender a Terra. Então, o confronto dá-se no meio de chuva intensa e efeitos especiais a que já nos habituámos neste ‘franchisining’. Quando tudo parece resolvido, eis que surge Cell Max que começa a destruir tudo por onde passa e cabe mais uma vez a Gohan salvar o dia tal como o fizera no passado.

 

Conclusão e possível futuro

Apesar de ter uma narrativa simples, o filme torna-se uma experiência visual agradável não só para quem já é fã mas para quem está a começar a apreciar a série. A animação, embora experimental, consegue cativar o espectador especialmente na parte final. Aquando do seu anúncio, fiquei um pouco reticente, tal como muitos fãs, por causa do tipo de animação usada, mas no final não desiludiu.

Outro aspecto que também não me desiludiu foi a dobragem portuguesa. Quando vi o trailer pela primeira vez, confesso que tive algum receio que o produto final fosse ‘infantilizar’ a série, mas acabou por ser o contrário. O facto de terem optado por colocar as habituais ‘pérolas’ no sítio certo e em transições funcionou muito bem, pois a dinâmica da história não foi quebrada, ou seja, não houve um uso exagerado de ‘pérolas’ que pusessem em causa o curso da narrativa. Isto demonstra que não só a dobragem portuguesa está bem e recomenda-se como trouxe uma ‘lufada de ar fresco’  sem perder a sua essência vinda dos anos 90.

Concluo aconselhando a que vão ao cinema de preferência em família, ver a versão que preferirem, embora eu aconselhe a portuguesa, porque não se vão arrepender.

Por fim, com este filme, abrem-se portas para o futuro da série que com certeza trará novos desafios para os ‘nossos’ heróis. Ao dar ênfase a outros personagens que não os principais, demonstra que Dragon Ball  é uma série dinâmica e flexível com espaço para todos e para fazer mais e melhor.

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E pronto. Mais uma vez, espero que gostem. 

Não percem os próximos textos, porque eu também não! 

Bjs 

Joana 

 


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